POPULISMO E FARRA FISCAL CUSTAM CARO


O transporte tambem é de responsabilidade do Governo do Estado ( PSDB).
Mas o Fernando Haddad, assim como  o Geraldo Alckmin, não tem cumprido o que
prometera em campanha

Não existe almoço grátis. Mas a esquerda entendeu que só o almoço custa dinheiro, e o restante dos bens produzidos são gratuitos. Mais um engano cometido. Falta à Prefeitura de São Paulo 144 milhões para completar a quantia gasta em subsídio do transporte público e as empresas de ônibus- por mais que não gostemos dela- não podem assumir sozinhas o custo do transporte, pois a oferta do serviço seria inviável ou a tarifa seria praticada a um valor superior ao atual, o que prejudicaria os assalariados e os usuários mais pobres. Porém, vale lembrar,  a atual gestão da cidade gastou dinheiro público em projetos que não são prioridade para as pessoas , como faixa de ciclovias (que custaram 80 milhões) e um plano de renúncia fiscal de 400 milhões para o  estádio do ITAQUERÃO .
O prefeito Fernando Haddad está pagando pelo populismo de dar ” passe -livre” ( que de livre não tem nada) aos estudantes, dando a entender que o transporte ”gratuito” seria uma medida sustentável no longo prazo. A prefeitura está com um déficit de 144 milhões para subsidiar a tarifa de ônibus até o fim do ano, ao mesmo tempo em que o Passe- Livre já agrega 500 mil beneficiários, ou seja, estudantes que utilizam o transporte sem pagar tarifa. Isso não significa que os estudantes sejam a causa do rombo fiscal no setor de transporte. Porém, em um contexto de inflação a 9% e aumento de combustível, a prioridade da prefeitura seria a de poupar recursos no intuito de manter o subsídio para manter a tarifa fixa, para em seguida pensar no que poderia ser feito para oferecer transporte aos estudantes. Mas não foi isso que foi feito.

Ano que vem tem eleições municipais e o atual prefeito fará de tudo para manter a taxa fixada em 3,50 reais, pois o déficit só seria coberto com poupança de recursos públicos, privatização do setor ou aumento de impostos. E das três opções, o PT tem mais ênfase em aumentar a carga tributária. Não existe fórmula mágica para resolver o problema causado por um Governo que gasta mais do que arrecada e se algo não for feito para evitar a falta de recursos para manter o subsídio das tarifas de ônibus, a tendência é a situação piorar.

Em outras palavras, se nenhum dos candidatos à prefeitura de São Paulo discutir seriamente o atual rombo das contas públicas e do risco de faltar subsídio para viabilizar o transporte municipal, não haverá outra alternativa a ser aplicada a não ser o aumento da tarifa de ônibus.

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