Mais armas, menos crimes, pela liberdade

Em debate sobre desarmamento no programa Debate Brasil, na RedeTV, Bene Barbosa explica sua convicções, desconstrói as falácias dos ”pacifistas” e faz um panorama dos efeito do Estatuto que desarmou a nação

Quando se toca na questão do armamento civil, ou no direito puro e simples do cidadão portar uma arma , uma grande parcela da sociedade vê com certo ceticismo e medo tal  possibilidade por entender que as pessoas não  possuem a devida habilidade de utilizá-la em situação de emergência.  Ao suporem que o ser humano é ”emocional” demais para portar algo supostamente perigoso para terceiros, alegam que a segurança das pessoas deve ser uma competência das autoridades policiais.  Outro argumento ( não menos desonesto) é afirmar que a pessoa não é policial ou bandido para usar armas de fogo. Tal pensamento soa estranho, pois dá a entender implicitamente que bandido teria autorização para usar armas, ainda que para o crime e de forma ilegal,pois criminosos não compram armas no mercado autorizado.

A bem da verdade é que a população foi anestesiada durante os últimos 10 com propagandas governamentais promovendo a apologia à renúncia das armas, sendo convencidas de que ter uma arma em casa ou no carro estimularia o portador a cometer crime . Não satisfeito com a mobilização por setores da sociedade em prol do direito ao porte de armas, o governo Lula passou a manipular dados estatísticos sobre a relação entre armas e crimes, dando a entender que quanto mais armada fosse a sociedade, maior seriam os crimes cometidos por armas de fogo. Este argumento foi amplamente explorado e foi o lastro do Estatuto do Desarmamento, sancionado em 22 de Dezembro de 2003 , lei número 10.826. Quem se deixou cooptar pela propaganda, achou mesmo que a criminalidade iria diminuir com a redução de armas circulando na sociedade.  Dar crédito a um discurso falacioso e mentiroso como este tem sido um erro fatal. Onde estaria o erro do argumento desarmamentista? Desde 2004 o comércio legal de armas caiu 90% em função do Estatuto, que endureceu as condições para aquisição do porte de arma, enquanto que os crimes aumentaram. Tal evidência mostra que as armas adquiridas pelos bandidos não são de origem legal ou foram roubadas de cidadãos  e que não foi o comércio de armas, como alega a ong ”  Sou da paz” , a causa do aumento da criminalidade no mesmo intervalo de tempo.  A proporcionalidade inversa entre armas e crimes sugere que o desarmamento civil aumentou a segurança e o ímpeto de bandidos de cometerem crimes tendo a certeza de que as vítimas não teriam condições de reagir com o mesmo poder de fogo.

Tecnologias de segurança, como câmeras, sensores e portas acionadas por códigos digitais tem se proliferado em residências, condomínios fechados e apartamentos, mas sem resultado satisfatório, pois tais recursos eletrônicos não são úteis quando os bandidos invadem residências, matam e sequestram pessoas . Quem os adquire espera que os bandidos se sintam intimidados ao serem filmados. Bairros de alto poder aquisitovo, como Higienópolis, Itaim Bibi e Morumbi são alvos de criminosos. Ou seja, os fatos mostram que este modelo de segurança está fadado ao fracasso.

Temendo o pior em um cenário no longo prazo, o deputado Rogerio Peninha Mendonça ( PMDB)   propôs o  projeto de lei 3722 que flexibiliza e facilita a aquisição da posse, do porte e da circulação de armas por cidadãos devidamento habilitados. A batalha tem sido árdua, pois a Congresso está cheio de parlamentares que se opôem ao projeto. Mas a boa notícia é que a Bancada da bala aumentou neste ano de 2015, para desespero dos pacifistas utópicos. E há grande espectativa para que a sociedade volte a ter adesão ao porte de armas em razão da falta de credibilidade do discurso desarmamentista, perante os fatos. Vale lembrar que o Referendo sobre o comércio de armas foi amplamente frejeitado pelo país. Mais de 64% dos brasileiros votaram na opção ”NÃO”,  ou seja, defenderam o comércio de armas. Enquanto projeto não for sancionado, pessoas morrerão, mas os fatos irão se impor por si só, o que é algo inevitável.

Bene em audiência pública sobre a PL 3722               

                                                      Reforços na literatura

Bene está publicando  o livro ”Mentiram para mim sobre o desarmamento” . É mais uma empreitada na luta em favor do armamento, ao mesmo tempo em que tenta desconstruir uma série de mentiras sobre o tema.

                                                    Texto da lei 3722 http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra;jsessionid=9CCADC073E9519A729516C977F4B1E12.proposicoesWeb1?codteor=986560&filename=PL+3722/2012

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