AS CONTRADIÇÕES DE ISRAEL

OBS: Este mapa mostra a expansão de Israel ao longo dos anos,
             ao mesmo tempo que os territórios ocupados por palestinos
              diminuem na razão inversa.

Israel cresce e Palestina diminui

Neste vídeo, um jovem norte americano, de origem judaica, protesta em Israel contra a ofensiva israelense direcionada aos palestinos, e tambem contra a ocupação dos colonos israelenses na Cisjordânia. Durante o protesto, o jovem afirma que não se vê representado por tal ação e atribui parte da responsabilidade pelo conflito aos Estados Unidos, que poderia lançar mão de sua influência para impor um cessar fogo, de modo a minimizar as vítimas de ambos os lados.

No entanto, sua tentativa é frustrada. A Polícia o conteve de maneira ostensiva, sem respeitar o direito de se manifestar. Mesmo sendo norte americano, o rapaz é de origem judaica, tendo praticamente os mesmos direitos de quem nasce em Israel. Sua postura em nada tem de subervisa ou sugere um atentado à ordem social. Ele simplesmente foi tirado à força, pela coerção.
Em seu discurso, o jovem reivindica tanto o direito de Israel quanto o da Palestina de terem ambos os Estados nacionais, multuamente reconhecidos. E ostenta a bandeira da Palestina durante a manifestação, razão pela qual o jovem é hostilizado pela Polícia e levado embora.

O que chama à atenção é a forma com a qual as autoridades israelenses lidam com as liberdades individuais e com manifestações desta natureza. A liberdade é algo que fica condicionado aos interesses do Governo. E como o Governo de Benjamin Netanyahu não demonstra qualquer simpatia em restabelecer negociação com a Autoridade Palestina (usando como pretexto a morte dos 3 jovens israelenses, cujos corpos apareceram na Cisjordnânia, pivor do atual conflito),tambem não admitirá protestos que divulguem a defesa da causa palestina em território israelense.

Israel é um país que é lembrado por ser democrático, moderno, ocidental e vanguardista em procução científica a tecnológica. Sua imagem no mundo em nada tem a ver com a forma  em que cerceia determinadas liberdades.

Ao mesmo tempo em que ocorre a ofensiva bélica de Israel contra a Faiza de Gaza, em resposta aos mísseis lançados pelo grupo terrorista HAMAS, já morreram mais de 190 palestinos, dentre os quais muitos usados como ” escudo humano”. No entanto a ofensiva israelense causa um dano devastador devido ao poderio militar, o que implica em mais inocentes mortos na região. E nem todos são usados como
escudo humano, com reza a retórica pró-sionismo

Outro exemplo de desrespeito à liberdade individual é a prisão de jovens israelenses que se negaram a participar do conflito. Lá o serviço é obrigatório. Mas ainda que o cidadão negue participação por motivos políticos, é preso da mesma forma. Para Israel, um Estado moderno, é um dilema que pôe em xeque sua propaganda internacional.

Segue o link da reportagem sobre as prisões.
http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/,0ef0e57639ca4410VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html

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3 opiniões sobre “AS CONTRADIÇÕES DE ISRAEL”

  1. Amigo, eu já fui um fervoroso defensor da Palestina, mas hoje, depois que resolvi me posicionar mais à direita, não sou mais. Cheguei à conclusão que os próprios palestinos são todos criminosos terroristas que não querem um Estado deles, e sim, a destruição de Israel e a morte de TODOS os judeus, e também TODOS os cristãos. Israel pode não ser nenhum santo, mas, ao menos, lá, nós, cristãos, temos liberdade plena de exercer nossa fé, sem que nos incomodem. Agora, tente fazer uma leitura bíblica na Faixa de Gaza, na frente do Hamas, ou na Cisjordânia, diante do Fatah, para ver o que acontece! Irão decapitá-lo, sem nenhuma piedade. Palestinos são islâmicos majoritariamente, e todos os islâmicos odeiam judeus e cristãos. Vide o que se passa atualmente na Europa, onde o Islã já dominou quase tudo, uma tristeza. Repito: não considero Israel nenhum santo, mas, dos males, o menor. Melhor morar e andar pelas ruas de Jerusalém, Hebron, Tel Aviv ou Haifa, que viver sob o terror em Gaza ou na Cisjordânia. Tenho um amigo que já esteve lá, e quase foi atacado por um palestino armado, só se salvou porque o mesmo foi morte antes pelos militares israelenses. Portanto, é preferível ser amigo de Israel, e combater os perigos nazista, comunista e islâmico, que ser aliado dos islamitas, e depois, ver o Brasil ser islamizado, e perder totalmente nossa liberdade, e ainda sermos obrigados a nos converter ao Islã, uma religião totalmente nociva e assassina. Muito obrigado por ceder seu espaço para comentários, e fique na paz de Deus.

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    1. Marcelo, bom dia. Eu sou o autor da PÁGINA. Eu dou espaço para os mais variados tipos de opinião. E respeito quem discorda de mim. Porém, vamos ao que interessa: ser de direita não implica ser a favor de Israel e contra os palestinos. Geralmente, os conservadores defendem Israel de forma incondicional por acharem que a cultura judaica seja parte da herança da chamada civilização ocidental. Porém, isso não justifica os ataques que Israel lança contra os árabes palestinos de forma indiscriminada, ferindo e matando diversos civis inocentes. Seu tom é um tanto generalizante ao falar que to.dos os árabes palestinos seja a priori terroristas.
      Acredito que você tenha cometido outro erro ao comparar o Fatah com o Hamas, pois o primeiro é laico e reconhece o Estado de Israel; já o segundo é fundamentalista, radical, adepto às práticas terroristas e não reconhece Israel. Simplesmente dizer que mulçumano implica em querer ”matar judeus e cristãos” soa como uma generalização absurda calcada em preconceitos.
      Com relação ao Brasil, não entendi o que quis dizer com ”ISLAMIZAÇÃO” , pois o Brasil é um Estado laico e reconhece a liberdade de crença.

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      1. Anderson, quando falo em islamização, é porque nosso país está sendo invadido por terroristas islâmicos travestidos de refugiados, que chegam aos poucos, passando-se por pessoas boas, mas, aos poucos, vão mostrar logo suas garras. E já tem até mesmo islâmicos querendo a Lei Sharia, ou seja, a total submissão ao Islã, chegando até mesmo a ameaçar quem for cristão, judeu, etc…

        Pode até ser que nem todo palestino seja terrorista, mas a maioria esmagadora, infelizmente, o é. Afinal, o que são os foguetes que o Hamas joga contra Israel? E os judeus israelenses esfaqueados nas intifadas das facas? E pior: em Gaza, tem até uma loja chamada Hitler, em alusão ao maior tirano de todos os tempos, com manequins vestidos de nazistas, e empunhando facas. Vale recordar que o Mufti de Jerusalém, antigo líder palestino, foi amigo do Hitler, e haviam muçulmanos nas tropas nazistas, vide os muçulmanos bósnios nas fileiras da Waffen SS. De acordo com declaração de Benjamin Netanyahu, o Mufti teria sugerido a Hitler a solução final contra os judeus, e não a expulsão deles da Europa. Há também evidências de que o método mais famoso de execução empregado pelos nazistas – gaseamento – tenha sido usado por Hitler, inspirando-se numa antiga declaração do último monarca alemão, o kaiser Guilherme II, deposto após o fim da I Guerra Mundial, em 1918.

        Caso eu tenha cometido um engano, uma generalização, peço desculpas, mas eu, como católico, não posso, nem devo jamais compactuar com o terror, e não quero meu país islamizado. O Brasil é um país judaico-cristão, sempre foi e sempre será, com a benção do D’us de Israel. Fique na paz de Deus. Amém e Shabat Shalom!

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