Quer ser inimigo número 1 da USP? Leia a revista Veja!

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Considerado um assassino sanguinário, Che Guevarra é visto como uma espécie de herói libertador para a esquerda

Com a fama de ser a revista mais reacionária do país e acusada de compactuar com as  “idéias capitalistas” , a revista Veja tem carregado este estigma durante muitos anos pelo movimento estudantil da USP. Se a revista faz uma matéria ou publica algum artigo se posicionando contra  a visão dos estudantes mimados ,que estão acostumados a realizar piquetes e ocupar a Reitoria, logo  surge um acadêmico simpático a esses mesmos alunos , incentivando-os a travar uma cruzada contra a “imprensa golpista”, onde a VEJA é a arqui-inimiga da utopia socialista promovida pelos marxistas fora de época.

Uma das formas de cauterizar a mentalidade  estudantil  é fomentar o ímpeto revolucionário  nos  alunos uspianos , convencendo-os de que eles são herdeiros de uma vanguarda  histórica que sempre lutou contra o capitalismo. Tal façanha acadêmica feita pelos professores marxistas serve para exercer controle sobre os estudantes e sobre as idéias que imperam na universidade . É o modus operandi de lideranças partidárias que buscam preencher seus quadros para exercer militância política dentro da universidade, com ampla cumplicidade dos professores marxistas, que doutrinam seus alunos ao invés de darem aula. Feito isso, a militância está preparada  para amar e odiar o que a elite intelectual da USP definir. E é neste contexto que a revista VEJA vira alvo da juventudade universitária, pois defende valores que sequer tem espaço na academia.


Lamentável. Professor Luiz Renato Martins defende a ocupação da reitoria pelos alunos. E expôe argumentos que nada tem a ver com a canalhice dos estudantis

Cada indivíduo tem o direito natural de expressar suas idéias, convicções, e de formar opinião sobre qualquer coisa. Inclusive a revista da Abril tem o direito de expressar suas idéias através de articulistas, colunistas semanais e coberturas jornalísticas sobre os mais diversos assuntos. Mas os adeptos do pensamento de Esquerda não reconhecem a liberdade como um princípio republicano e a enxergam com muita hostilidade, como se a liberdade fosse um impedimento para a expansão do modelo socialista.

Porém, para o movimento estudantil , de tendência esquedista e sempre simpática a um  mecanismo estatal de controle dos meios de comunicação, não partilha da mesma opinião. Apenas eles são dignos de deterem o direito de expressarem suas opiniões e visões, em prol de suas utopias . Isso é um sintoma clássico da praga politicamente correta: achar que monopolizar um direito  e se vender como representante de sua defesa, em prol de um mundo melhor e em detrimento das liberdades alheias, é a saída mais  curta para se chegar ao fim desejado. E isso está calcado na idéia de que um partido revolucionário,  portador   de uma agenda  que deve ser posta em prática para sanar os problemas da humanidade,  deve estimular o caos  para   chegar ao poder para realizar tal façanha. Ainda que seja pelo autoritarismo. Porém, a choradeira começa  a partir do momento em que a revista da Abril desconstrói o paraíso socialista abordando fatos associados aos regimes socialistas que são negligenciados pelos partidos de esquerda e pelos professores comunistas. Banhos de sangues, milhões que morreram de fome, Campos de concentração , perseguições políticas, aparelhamento do Estado. Todas essas caracterísiticas são parte do que ficou conhecido como  Socialismo, um Regime Totalitário. Mas no intuito de cooptar a consciência da juventude, lideranças partidárias e intelectuais ignoram as evidências que colocariam em cheque a retórica politicamente correta.

Em se tratando de debate,  a galera do movimento estudantil, ao menor sinal de estarem sendo contrariados em relação às suas convicções, sob a desconfiança de que seu interlocutor seja um “ espião” a mando da imprensa golpista ( PIG) , questionam a pessoa para saber seu posicionamento ideológico. Caso a pessoa diga ser leitora  da revista VEJA, ou de ter dado uma olhada nas páginas amarelas, ainda que por curiosidade, a mesma corre o sério risco de ser taxada de ser representante de uma “conspiração conservadora” com o propósito de desarticular o movimento estudantil. Essa galera pira.  E  não pára por aí:  Eles não admitem oposição de idéias.  A bancada dos debates nunca é composta por pessoas de diferentes opiniões. Sempre é alguem esquerdista, comunista ou trotskista, quase todos filiados a partidos políticos. E porque o repúdio à diversidade de idéias? Porque a universidade é um excelente reduto de  fabricação de mentalidades voltadas para instauração de uma cultura e uma visão de mundo mais adequada à militância socialista e ao Marxismo. Ou seja, deter o controle das idéias tem se mostrado um método eficiente para inviabilizar qualquer discussão que ponha em cheque a farsa da promessa esquerdista e revolucionária.

O comunismo deveria ser encarado como uma doença clinicamente reconhecida pelos profissionais e acadêmicos da área de saúde, pois seus sintomas são corriqueiros , correntes e assustadores. Achar que qualquer leitor de VEJA é um potencial candidato a golpista já deveria ser um bom motivo para que a USP iniciasse uma programa de internação compulsória aos “enfermos ideológicos”, com acompanhamento psicológico frequente, para não cederem à tentação de ocuparem a primeira reitoria que encontrem no caminho, ou de confundí-la com a Bastilha da França.

Outro sintoma flagrante dos adeptos da religião comunista é o constrangimento moral contra quem é flagrado com a revista VEJA debaixo do braço. O rancor ideológico contra a revista e contra o capitalismo é tão grande que essa moçada perde a noção de direitos individuais, de liberdade de escolha e de livre pensar. Ninguem pode exercer o direito de livre escolha para ler uma revista de credibilidade nacional, sob pena de pertencer à classe média. Na USP, é politicamente correto ser pobre , ou fingir-se de porbre. Porém, caso não o seja, é necessário que simule ,para não passar a impressão de avareza e  superioridade de classe.  O estacionamento da FFCLH-USP é cheio dos mais belos carros. Mas isso niguem ataca.

Caso a pessoa não venha a concordar com a mentalidade aparelhada do movimento estudantil, seja na indumentária, nos valores ou na ideologia, assim como a VEJA, tal é sumariamente execrado.  O sentimento de grupo é sempre incentivado para que a noção de indivíduo jamais tenha a sua merecida importância.  Para o fortalecimento do controle sobre o movimento estudantil, suas lideranças não toleram posições que ponham em cheque as idéias comunistas disseminadas da universidade para a sociedade.

E falando em execrar, aqui vai uma lista de termos de baixo-calão, utilizados pelo movimento estudantil, para discriminar os leitores da editora Abril ou quem não concordar com a promessa de um paraíso socialista:

Porco capitalista;
Direitista
  Direitista enrustido ( clássico)
’’PIGUISTA’’
  Conservador;
  Golpista;
  ultra-mega- conservador
  Direitista;
Desinformado;
Espião do Instituto Millenium
( essa é nova) ;
  Reacionário ;
Puxa-saco da classe média;
Coxinha  (tenho fome quando escuto isso);
Fascista;
Proto- Fascista (??????)

Esqueci de dizer algo importante: tambem faz parte da agenda revolucionária perseguir, censurar, criticar e atacar toda e qualquer idéia , valor ou pessoa que se oponha aos ideiais do Socialismo- ainda que este só exista na imaginação de seus adeptos .  É  muito recorrente  na USP ocorreram assédios, agressões e perseguições contra militantes e professores que não se identificam com a Esquerda.  Um exemplo emblemático foi o caso do professor de física Élcio Abdalla, que foi agredido por alguns alunos no instituto de Física, em 2007, em um contexto de greve.  Os alunos decidiram em assembléia, composta de pequenas pessoas, que não iria ocorrer aulas . Porém, assim como outros docentes, Abdalla se opôs e não se deixou intimidar e partiu para agressão, só que de forma legítima, pois este fora agredido primeiro.  Com o movimento estudantil da USP funciona assim: não tem debate, não tem divergência. É o que eles decidem. Se for decidido fazer piquete, mesmo sem consultar os que discordam, eles o farão. E se for possível usar a violência para suprimir os opositores, ainda que estes sejam professores com mais de 50 anos, eles o farão. Militantes de mentalidade revolucionaria não enxergam moral, respeito e honra. Tudo é ideologicamente justificado em nome daquilo em que eles acreditam, não importando os meios utilizados para alcançar seus objetivos.

Para enfurecer o movimento estudantil, o jornalista Reinaldo Azevedo e a Revista Veja deram ampla repercussão para o ocorrido com o professor Abdalla. Ainda existem homens corajosos

Faltam professores como o Élcio Abdalla, que não se calou perante à covardia do movimento estudantil em tentar indimidá-lo e reagiu à altura

O mesmo vale para os veículos de comunicação que representam valores opostos aos do paraíso socialista. E os valores são estes: a liberdade individual, a livre escolha, a democracia, o livre mercado, o sufrágio universal e a propriedade privada ( defender este direito é a maior das heresias). Enfim, o Liberalismo. Qualquer veículo que sinalize a defesa destes valores entra no INDEX dos comunistas que manipulam o movimento estudantil. Essa é a razão pela qual não se vê muito a revista VEJA circulando na universidade, ao ar livre. E se alguém é visto lendo-a, o indivíduo é tratado como um leproso, algo a ser evitado.

No entanto, antes dos integrantes do movimento estudantil   condenarem ao ostracismo quem não se submete à agenda revolucionária, eles costumam tentar ganhar simpatia dos alunos novatos, ou de um leitor da editora Abril.

    A RESERVA DE MERCADO DAS LITERATURAS SOCIALISTAS

O primeiro passo é convidar os alunos novatos a frequentar as assembleias que ocorrem sempre na USP, além das festas. Ou por meio de panfletos, brochuras ( similares às das testemunhas de jeová) e informes pelos quais o aluno tem conhecimento. Durante  as discussões nas assembleias, sempre aparecem figuras da mais alta eloquência, discursando em favor dos mais fracos e oprimidos, sem apontar e individualizar as causas dos problemas sociais, atribuindo ao capitalismo a origem de todos os males presentes na terra, ainda que os retóricos de plantão não se importem com os mais pobres. Até porque a comodidade oferecida pela USP meio que cria um bolha de alienação em relação à realidade  na cabeça destes alunos do movimento estudantil.

E porque convidar paras as assembleias? Porque é lá que  é possível concentrar a clientela para a qual se é oferecida os conteúdos de viés socialista. E o discurso retórico , muitas vezes proferido nos debates das assembleias, que detém o monopólio das boas intenções , é feito justamente com o proposito de reforçar no imaginário dos alunos novatos  a maravilha que seria viver em um país sem capitalismo, sem liberdade (‘’para quê’’?, dizem) e sem propriedade privada, salvos da exploração alheia. Uma vez estimulada a demanda, o próximo passo é vender os livros e as publicações, muitas das quais produzidas por partidos políticos infiltrados no movimento estudantil.  Sendo assim o aluno , já simpatizante da agenda revolucionária, além de ser convidado a se transformar em caudilho, é instruído a como por a agenda em prática. Espero que esteja explicado a razão pela qual os partidos políticos  participam do movimento estudantil na USP: em busca de mercado para a ideologia marxista, pois só o fundo pártidário não basta para os militantes levarem uma vida de playboys.

Na verdade,  as assembleias servem para os partidos levantarem recursos para a sua manutenção, por meio da venda de jornais e livros, ainda que recebam fundo partidário para levar uma vida boa, com o dinheiro do contribuinte. As manifestações que ocorrem nas assembleias servem como fachada para camuflar o real interesse. Não há problema nisso. O problema é essa turma  dizer que odeia capitalismo ao mesmo tempo em que o pratica.

Uma vez conquistado o aluno para a causa esquerdista , o próximo passo é apresentar o INDEX do movimento estudantil, que nada mais é do que o conjunto de livros, intelectuais, revistas ( inclusive a VEJA) e articulistas da mídia que são proibidos de serem lidos, consultados e indicados como fonte de pesquisa e informação, sob o risco de a pessoa passar por constrangimento público perante o exército de fiscalização moral que compõe a vanguarda stalinista. E  tal ‘’proibição’’ é focada principalmente nos alunos novatos que entram na universidade sem uma formação intelectual prévia, pois o proselitismo ideológico  é mais eficiente para arrebanhar os simpatizantes, o que poupa o movimento estudantil do trabalho de adestrá-los na marra.

A esta altura do campeonato posso relatar uma experiência pela qual passei dentro da universidade.

Ao citar o glorioso Adam Smith em sua avassaladora obra A riqueza das nações, em uma roda de amigos ( naquela época eu achava que tinha amigos), fui subitamente hostilizado pelo grupo. Estávamos falando de economia, e ao citar o autor como exemplo de pensador , e que suas idéias podem ser usadas como alternativa de modelo econômico, de livre mercado, um colega da turma reagiu meio que ferozmente e respondeu:   ‘’ Adam Smith é o ícone da direita. Seu argumento sobre o livre mercado é para dar manutenção ao capitalismo. E além disso, o autor discursa em sua obra sobre a economia sempre sob o ponto de vista dos empresários. E tem mais: o livre mercado, a longo prazo, tende aos monopólios. E o Adam Smith é sempre citado e recomendado pela VEJA. Se a evista não presta, o que ela recomenda segue o mesmo viés ideológico’’. Ele disse tudo isso sem deixar de eu terminar de dizer o que pensava sobre o autor e sua maior obra.

Ou seja, se a revista não presta, nada recomendado por ela presta. Quem compra a revista VEJA  não presta. Quem pega emprestado, também não presta. Isso sinaliza algo preocupante: os colegas com os quais eu conversei na época  costumam criticar pessoas que não conhecem, livros que não leram e ideologias sobre as quais nunca se deram ao trabalho de analisar com mais afinco. Uma vez convertidos à religião comunista, criam uma postura extremamente sectária às demais ideologias e correntes de pensamento. É o mesmo que dizer que, se alguém vira comunista/socialista, este alguém jamais deverá questionar  as coisas fora  do arcabouço teórico do socialismo.

vídeo que mostra a invasão da reitoria , em Novembro de 2011

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